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Mamas

Redução de Mama

INDICAÇÃO:

Essa cirurgia é estética e reparadora e é indicada para mamas grandes, que com o passar do tempo, apresentam ptose (queda), gerando distúrbios de postura e dores na coluna em decorrência do excesso de peso, muitas vezes, apresentando assimetria (uma mama diferente da outra) ou ainda um aumento exagerado do tamanho da aréola, que pode ser corrigido cirurgicamente e em casos especiais é recomendada como recurso complementar no tratamento profilático de algumas doenças da mama.
OBJETIVOS:

Diminuir o tamanho das mamas, reposicionando-as de maneira mais harmoniosa, bem como trazer mais sustentação em casos onde as mamas estão ptosadas, ou seja, em queda. É importante ressaltar que mesmo o objetivo sendo levantar e diminuir as mamas, o resultados vão variar de acordo com a reação do organismo da paciente à cirurgia e aos devidos cuidados pré e pós-operatórios, como o uso do sutiã, por exemplo.

TÉCNICAS:

Existem inúmeras técnicas que podem ser empregadas para esse tipo de cirurgia e o cirurgião deve empregar a técnica adequada ao tipo físico e tipo de mama e conciliá-la com o desejo da paciente. Nesse tipo de procedimento são retirados os excessos de pele, tecido glandular e gordura. As técnicas cirúrgicas, que determinam o tipo e o tamanho da cicatriz variam em função do volume mamário e do grau de flacidez cutânea. Podem-se obter cicatrizes em forma de “1″ ou “T” invertidos ou periareolar. Para mamas muito grandes e caídas, em geral utiliza-se a técnica em “T” invertido.
RESULTADOS:

As melhoras começam a ser notadas à partir dos primeiros 30 dias, com a diminuição do edema (inchaço), porém, é entre o 6º e o 12º mês, que as mamas atingem o seu aspecto definitivo em relação as cicatrizes, forma, consistência, volume e sensibilidade quando acontece o amadurecimento cicatricial.

PERÍODO DE INTERNAÇÃO:

Geralmente 24 horas.

ANESTESIA:

Geral, peridural ou em casos especiais local com sedação assistida.

TEMPO CIRÚRGICO:

Varia de acordo com o tipo de mama, mas a média é de 3 horas.
PÓS-OPERATÓRIO:

REPOUSO RELATIVO:

  • Usar sutiã 24 horas por dia até completar 3 meses.
  • Não elevar os braços, acima de 90 graus, por 20 dias (pedir para outra pessoa lavar e pentear seu cabelo).
  • Não dormir de bruços ou sobre a mama.
  • Não pegar sol durante 3 meses.
  • Não carregar peso.
  • Usar roupas leves.
  • Atividades domésticas: não lavar louça, mover móveis, passar vassoura ou qualquer faxina de casa por 30 dias.
  • Não ir à academia ou fazer qualquer tipo de malhação, a princípio por 30 dias retornando à atividade paulatinamente. Sempre consultar antes de retornar à atividade.
  • Não dirigir por 30 dias.
  • Não pegar crianças no colo por 30 dias.
  • Evitar aglomerações.
  • Não ir à praia, entrar no mar ou piscina ou fazer banho de imersão por 30 dias.

USO DE PROTETOR SOLAR:

A partir da liberação do médico para ir à praia, usando fatores de 30, 40 ou 50 FPS, passando-o nas cicatrizes embaixo do biquíni, por um período de 6 meses.

BANHO CORPORAL TOTAL:

48 horas após a cirurgia (de chuveiro). Tomar banho com Soapex sempre antes de fazer o curativo.

CURATIVOS E CUIDADOS DAS CICATRIZES:

Após 48 horas, retirar somente as gazes deixando a fita de Micropore que se encontrem em contato direto com a ferida. Após o banho, secar bem as fitas de Micropore com toalha limpa e secador de cabelo (ar frio). Logo depois, passar álcool e colocar novamente gazes e micropore nas feridas e na aréola. Esse tipo de curativo deve ser feito até a retirada de todos os pontos (varia entre 7 e 15 dias), conforme orientação.

APÓS RETIRADA A DOS PONTOS: Uso de creme hidratante, aplicando-o em toda a mama, 1 a 2 vezes por dia, fazendo leve massagem circular nas cicatrizes. Uso de óleo de rosa mosqueta ou Contractubex, passando-o nas cicatrizes 3 vezes por dia (melhora a qualidade da cicatriz).

COMUNICADO IMPORTANTE:
Diante das variações técnicas que existem para a Redução de Mama, é importante uma boa avaliação com o cirurgião plástico para definir a técnica mais adequada para cada caso. É importante ressaltar que os cuidados no pós-operatório, bem como a reação do organismo à cirurgia são determinantes para o resultado final satisfatório do procedimento. O risco de complicações ou intercorrêcias como: seroma, hematoma, infecção, fibroses, quelóides, embolia dentre outras, podem ser de 1 a 3% independente da técnica empregada.

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